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Eu sei, eu sei que disse que não postaria muitas notícias aqui ,mas devo ressaltar esta, que trata da melhor soudtrack que já vi em um jogo. No caso, falo da soundtrack recentemente anunciada de Brutal Legend, com impressionantes 107 músicas. Sem mais delongas, orgasmem ao ler os nomes abaixo:
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Só esse ano, o número de rumores relacionados a uma versão Slim do PS3 atingiu marcas absurdas e incontáveis. A espera por ele é grande. Não é apenas uma mudança visual e de tamanho, e sim, uma diminuição enorme no preço, o que seria importante para o crescimento do console (crescimento este que se torna cada vez mais intenso após a E3, e após a revelação de jogos incríveis). E nesses últimos dias, surge mais outro rumor.
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Você sabe que um jogo é bom quando todos os redatores querem fazer review sobre ele, e Braid jamais poderia ser considerado uma exceção. Braid lhe apresenta com graça e leveza um sistema completamente inovador de gameplay misturado à sensação clássica e nostálgica de um platformer 2D, que pode levar você a pensar que limita suas ações a ir para a frente ou para trás, mas o jogo resolve isso com o sistema que mencionei. Você pode voltar no tempo.
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Antes de começar o review, gostaria de me apresentar. Sou uma sereja (com s, cim) dos campos africanos de sereja. Como a África não existe de acordo com os EUA, é natural que você não tenha conhecimento sobre as serejas. Enfim, vou fazer principalmente reviews aqui, não esperem posts com notícias minhas.
Braid é um jogo que talvez seja pouco conhecido pelo público brasileiro, infelizmente. Infelizmente, pois esse é um dos jogos de aventura e pluzzle mais geniais que já joguei. É quase assustador a genialidade do jogo, que vai da história a jogabilidade. Este review será curto devido a natureza curta do jogo, mas tentarei ser claro quanto ao motivo da nota tão alta que darei ao jogo (antecipando).
Começo pela jogabilidade. Braid é divido em 6 mundos, e em cada um deles há vários estágios. Estranhamente você começa no mundo 2, e progride até chegar ao épico mundo 1. Tudo se dá na casa de Tim, o protagonista. Toda essa conversa sobre mundos pode ter te lembrado de um certo jogo com um certo encanador gordo e bigodudo. Quem adivinhou quem é não ganha balinha. Continuando, dentro dos estágios você pode se movimentar da esquerda para a direita como em qualquer plataformer 2D. Você também pode pular e esmagar inimigos. É, mais imagens do encanador gordo e bigodudo se formaram, mas ai vem o grande diferencial: O sistema de rewind. Basicamente, você pode voltar no tempo sem nenhuma restrição. Isso normalmente deixaria o jogo ridículo, mas o ponto do jogo não é avançar, e sim recolher pedaços de quebra-cabeças, que devem ser montados para que possa prosseguir. Para pegar as peças, deve-se resolver pluzzles insanamente bem-feitos, especialmente os últimos. Se você não for um bom pensador, vai ficar neles por um bom tempo, que seria o tempo de você resolver abrir a Game Faqs.
Bem, 6 mundos com apenas esse sistema de rewind seria muito repetitivo, por isso, cada mundo tem um sistema "extra". Exemplificando: em um dos mundos, quando você anda para a direita, o tempo corre normalmente, você para, ele para, você anda para a esquerda, ele volta. É puramente genial e cria oportunidades para pluzzles mais difíceis. Há também vários obstacolos nas fases, como blocos que só podem ser atravessados com ajuda de chaves, canhões, etc.
O motivo da imagem acima é para, além de demonstrar alguns elementos dos cenários, mostrar a apresentação do jogo. Ela se dá com um estilo mais cartunesco, geralmente alegre, mas que se degrada com o tempo. A música do jogo também se mistura com o ambiente perfeitamente. Fora a isso não há nada extraordinário, vocês que têm um 360 e são n00bs podem reclamar dos gráficos não serem como os de CoD4 ou de GoW2, mas o fato é que ele é muito bem feito e se encaixa na propósta do jogo.
Vamos então ao que eu considero o melhor ponto do jogo (Embora eu deva admitir que a jogabilidade seja praticamente perfeita): a história. Esse jogo foi feito de forma tão genial nesse quesito, que pode suportar dois tipos de jogador: o que quer é uma desculpa pra ter que continuar procurando uma princesa que está em outra castelo sempre (quem sacas da histórias vai ficar feliz com o itálico), e assim continuar a resolver pluzzles gradativamente mais geniais, e os que querem compreender toda esse abstratismo do jogo, que serve para contar a história de uma bomba. Quem adivinhar qual não ganha balinha. Se você for o segundo, terá de concordar comigo quando digo que a história de Braid é uma das mais bem elaboradas e interessantes que existem. Não vou spoilar, mas se você souber inglês, leia o Plot Analysis da Game Faqs, e se quiser uma dica, repare nas falas da princesa quando vistas ao contrário no final do jogo. Isso vai lhe revelar como a história é genial.
Como comentários finais, gostaria de ressaltar algumas coisas. Primeiro, o jogo tem fator replay praticamente nulo. Há sim o que fazer depois que se acaba com o primeiro mundo, mas é muito pouco, infelizmente. O segundo é o que o jogo é de fácil acesso, portanto, pegue-o o mais rápido possível. Se você é um fã de jogos como Super Mario Bros e jogos de pluzzle, vai se deleitar.
Plataforma: Xbox 360/PC (em breve, para PS3)
Gênero: Puzzle/Plataformer
Produtora: Number None
Lançamento: 06/08/08
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Preparado para lançamento em 24 de agosto nos Estados Unidos e em 25 de setembro na Europa (Dica: Não more na Europa se gosta de jogos saindo do forno) a parte número 2 da trilogia de Professor Layton promete trazer vários puzzles novos misturados a uma história cativante, e como seu antecessor, uma história de mistério e assassinato.
Dessa vez, o cavalheiríssimo professor se vê em um trem onde, junto com seu fiel patotinha Luke, pretende ir a casa de seu mentor, Dr. Schrader, que o chamou devido a descoberta da Caixa de Elysian. Como a caixa é conhecida por matar aquele que a abre, a carta é para que Layton o ajude nesse grande quebra-cabeça da chave. Chegando lá, você encontra com o Dr. Schadrer caído no chão e morto, junto de um ticket do trem Expresso Molentary. E é a bordo desse trem que a aventura realmente começa.
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