Produtora GRIN pode estar falindo

A produtora GRIN, responsável por uma das maiores decepções do ano, Bionic Commando, e de dois jogos que são diferentes apenas no nome e personagens, Wanted e Terminator Salvation, pode falir. É um rumor, mas é o rumor que mais faz sentido nesses últimos dias. Seus jogos venderam miseravelmente mal, seja por falta de marketing, ou pela qualidade duvidosa (com exceção do remake Bionic Commando Rearmed, que é bom, e vendeu bem).

O boato sugere que dois de seus estúdios já foram fechados, enquanto que empregados da sede da empresa recebem mensagens de que não devem aparecer para trabalhar. Gripe suína? Luto? Isso está mais para "desculpem, mas vocês perderam seus empregos. Caiam fora", só que de maneira agradável. Os jogadores sentirão saudades? Certamente, não. Mas a produtora até que parecia promissora...

Revelada Soundtrack de Brutal Legend

Eu sei, eu sei que disse que não postaria muitas notícias aqui ,mas devo ressaltar esta, que trata da melhor soudtrack que já vi em um jogo. No caso, falo da soundtrack recentemente anunciada de Brutal Legend, com impressionantes 107 músicas. Sem mais delongas, orgasmem ao ler os nomes abaixo:

3 Inches of Blood - Deadly Sinners
3 Inches of Blood - Destroy The Orcs
Accept - Fast As A Shark
Angel Witch - Angel Witch
Anthrax - Metal Thrashing Mad
Anvil - March of the Crabs
Anvil - Tag Team
Apostasy - Sulphur Injection
Bishop of Hexen - A Serpentine Grave
Bishop of Hexen - The Somber Grounds of Truth
Black Sabbath - Children of the Grave
Black Sabbath - Symptom of the Universe
Black Sabbath - Never Say Die
Brocas Helm - Cry of the Banshee
Brocas Helm - Drink the Blood of the Priest
Budgie - Breadfan
Budgie - Zoom Club
Candlemass - Witches
Carcass - No Love Lost
Cloven Hoof Nightstalker
Children of Bodom - Angels Don't Kill
Coroner - Skeleton on your Shoulder
Cradle of Filth - Her Ghost in the Fog
Crimson Glory - Queen of the Masquerade
Dark Fortress - Insomnia
Dark Tranquility - Cathode Ray Sunshine
Deathstars - Blitzkrieg
Def Leppard - Rock of Ages
Dethklok - Mermaider
Diamond Head - Am I Evil?
Dimmu Borgir - Progenies of the Great Apocalypse
Dokken - Mr. Scary
Dragonforce - Through the Fire and Flames
Emperor - Thus Spake The Nightspirit
Enslaved - Frost
Enslaved - Loke
Firehouse - Overnight Sensation
Girlschool - Bomber
Iced Earth - When the Night Falls
Iced Earth - Pure Evil
In Flames - Goliaths Disarm Their Davids
Judas Priest - Battle Hymn
Judas Priest - The Hellion/Electric Eye
Judas Priest - Leather Rebel
Judas Priest - One Shot At Glory
Judas Priest - Painkiller
Kabbage Boy - Girlfriend
KMFDM - Free Your Hate
KMFDM - Rip The System
King Diamond - Cremation
King Diamond - Welcome Home
Kiss - God of Thunder
Lita Ford - Betrayal
Marilyn Manson - Beautiful People
Manowar - Die For Metal
Manowar - The Dawn Of Battle
Mastodon - Crack the Skye
Mastodon - Oblivion Instrumental
Megadeath - High Speed Dirt
Megadeath - Tornado of Souls
Metal Church - Metal Church
Michael Schenker - Group Assault Attack
Ministry - Stigmata
Ministry - Thieves
Mirrorthrone - So Frail
Motley Crue - Dr. Feelgood
Motley Crue - Kickstart My Heart
Motley Crue - Live Wire
Motorhead - Back at the Funny Farm
Motorhead - In the Black
Motorhead - Marching Off to War
Motorhead - We Are the Road Crew
Nitro - Machine Gun Eddie
Omen - The Axeman
Ostrogoth - Queen of Desire
Overkill - World of Hurt
Ozzy Osbourne - Believer
Ozzy Osbourne - Mr. Crowley
Ozzy Osbourne - Diary of a Madman
Prong - Snap Your Fingers, Snap Your Neck
Quiet Riot - The Wild and the Young
Racer X - Technical Difficulties
Racer X - Y.R.O.
Ratt - Lay It Down
Riot - Road Racin
Riot - Narita
Riot - Swords and Tequila
Rob Zombie - Superbeast
Rotting Christ - Ad Notics
Running Wild - Riding the Storm
Sanctuary - Battle Angels
Savatage - Hall of the Mountain King
Saxon - Wheels of Steel
Scorpions - Blackout
Scorpions - Holiday
Skeletonwitch - Soul Thrashing Black Sorcery
Skid Row - Youth Gone Wild
Slayer - Metal Storm/Face The Slayer
Slough Feg - Warriors Dawn
Static-X - Love Dump
Tenacious D - Master Exploder
Tenacious D - The Metal
Testament - For The Glory Of
Testament - More Than Meets The Eye
Tvangeste - Birth of the Hero
UFO - Rock Bottom
Whitesnake - Still of the Night
Wrath of Killenstein - Ignisis Dance

Sim. KICK ASS. Eu sei que há alguns nomes que poderiam estar ai (Iron Maiden?), mas eu só precisei ler "Ozzy Osbourne - Mr. Crowley" pra pular de alegria.

Tony Hawk: Ride chegará no dia 17 de novembro

Tony Hawk: Ride divide opiniões do público e crítica. A série desapareceu desde o sucesso de Skate, e retorna com um aparelho que, vejam só, imita um skate. Triunfal ou não, só os dias posteriores ao lançamento dirão. E sobre o lançamento, esse é o principal assunto da notícia. A Activision confirma que o jogo e acessório serão lançados dia 17 de novembro na América do Norte, e 20 de novembro na Europa.

Está um pouquinho longe, mas pelo menos, te dá tempo suficiente de arranjar 120 dólares (não é confirmado, mas muitas lojas listam esse preço), ou 300 reais, que deverá ser o preço mínimo aqui no Brasil (ai). Porém, a questão que não se cala: para que lançar mais um acessório, se o Balance Board da Nintendo, o Eye Toy da Sony e o futuro Project Natal da Microsoft conseguem realizar tudo o que um acessório caro desses faz?

PS3 Slim cada vez mais real

Só esse ano, o número de rumores relacionados a uma versão Slim do PS3 atingiu marcas absurdas e incontáveis. A espera por ele é grande. Não é apenas uma mudança visual e de tamanho, e sim, uma diminuição enorme no preço, o que seria importante para o crescimento do console (crescimento este que se torna cada vez mais intenso após a E3, e após a revelação de jogos incríveis). E nesses últimos dias, surge mais outro rumor.


Dessa vez, uma loja, que não quis revelar o nome (por quê isso? Será que a Sony possui assassinos profissionais que eliminam qualquer ser humano que revelar bombásticas informações?), confirmou que o PS3 Slim é real, e será lançado na Europa mês que vem. Uau. Até o preço foi confirmado: 300 euros, 100 a menos que o modelo original. Se não fosse o bastante, a fonte misteriosa revela que o Slim será anunciado oficialmente na Gamescon, que ocorrerá na próxima semana.

Obviamente, só durante a Gamescon que descobriremos toda a verdade. Todos já sabem que ele existe. Mas até os mais positivistas nunca pensaram que o modelo chegaria já no mês que vem, com um preço mais camarada. Verdade ou não, agora, só nos resta esperar.

Review - Wipeout Pulse


“A cópia mais original de F-Zero”. E isso é bom

Quando um jogo imita o outro, ele se utiliza de muitos artifícios. Por exemplo, colocar uma função surpreendente que o outro não tem. Esse é o caso de Wipeout Pulse. Velocidade, carros futuristas e que se destroem, turbos e pistas estranhas são praticamente um “copia e cola” de qualquer game da série F-Zero. Mas, como um bom imitador, ele resolveu adicionar algo a mais: armas. Desde tiros, até escudos, até ondas de fogo, e outras as quais não consigo encontrar palavras para descrevê-las. Esse copia e cola com um elemento diferencial funciona. Em partes.

Wipeout não é uma série tão recente, e nem ao menos muito conhecida. Veio do Playstation (o primeiro), e é, de certo modo, da Sony (a desenvolvedora da franquia, Psygnosis, foi adquirida pela Sony em 1999). Não tive a oportunidade de apreciar qualquer outra versão, portanto, esse review será baseado exclusivamente neste que é o segundo da série para o PSP.

Pulse, em alta velocidade, esbarra em muitos obstáculos enfrentados em outros do gênero. Ele freia, mas não impede que bata, tropeçando parcialmente em muitos aspectos. Seguindo por uma trilha diferente com o objetivo de se afastar do resto, ele se perde, por querer ser diferente de F-Zero. Em certos casos, mudanças são legais. Mas não quando tais mudanças são rodeadas por erros tolos, e pela retirada de elementos que danificam todo o jogo. Wipeout Pulse retira e põe, mas como comentado anteriormente, é feliz em certas mudanças.


E o maior de seus erros é o esquisito senso de variedade dos produtores: 24 pistas é um bom indício, mas quando você descobre que são pouquíssimos os elementos (tanto em jogabilidade quanto em visual) que diferem uma da outra, o 24 passa a ser 5. 8 carros? Só pode ser brincadeira. Há skins para cada um deles, mas elas não passam de versões pouco modificadas do original. Não há customização, nem nada. Tudo bem, F-Zero também não, mas quando um jogo de mais de dez anos como F-Zero X apresenta mais de 30 carros, cada um com um respectivo personagem (o que significa carisma), é mais variado que um jogo para PSP como Wipeout Pulse, nota-se uma ligeira decadência. É possível gastar um dinheiro online a mais para obter novas pistas, mas meu dinheiro foi domesticado para se afastar de inutilidades.

Mas num aspecto que aparentava falhar somente, surge outro algo a mais que torna Wipeout Pulse um ótimo game e entretenimento: seus sete modos diferentes - Single Race, Tournament, Head-to-Head, Eliminator, Zone, Time Trial e Best Lap. Com destaque para dois: Eliminator e Zone. O primeiro, comentarei melhor em breve. O segundo e Zone é um excelente e agradável modo de sobrevivência, que testa sua habilidade, reflexo e resistência.

As corridas se desenvolvem como em qualquer outro jogo que se enquadre no gênero “corrida”. Elas trazem turbos, vindos diretamente de F-Zero. Mas trazem uma novidade, os power-ups, ou armas, como preferir. Esses elementos seriam legais, se não fosse pela jogabilidade ruim. Controlar os carros é fácil, e a pouca quantidade de botões ajuda os inexperientes, mas algumas decisões erradas acabam com o que parecia um amistoso encontro entre jogador e controle. O erro começa no design dos cenários: é tudo muito estreito se levarmos em consideração que são oito carros velozes disputando ferozmente a liderança. Os power-ups auxiliam em tornar a experiência confusa e cruel. Alguns até são difíceis de usar, e outros, de uma aparente inutilidade. Mas o pior é a conseqüência de ser atingido por estranhos power-ups: te deixam parado por preciosos segundos, e ainda te jogam nas laterais da pista. E se você for jogado lá, prepare-se para o nervosismo: a impressão que fica é que há um imã naquelas laterais. Se você bater lá, de qualquer jeito, o seu carro se prende. É incrível, surreal, irritante, e ridículo. Laterais eram amadas em Crisis Core: Final Fantasy VII pelos que queriam escapar de batalhas aleatórias. Em Wipeout Pulse, se apresentam como castigo por odiarmos tanto power-ups.


Esses problemas, somados à falta de sensação de velocidade, felizmente são parcialmente encobertos com a existência de um modo Carreira completíssimo (que dura mais de dez horas), um modo multiplayer recheado positivamente pela quantidade de modos, uma diversão inexplicável, ótimos gráficos (o visual dos carros é sofrível, mas já os cenários são lindíssimos, mesmo com seus problemas de design), uma trilha sonora boa e efeitos especiais que, para minha surpresa, não são irritantes. E os power-ups que são um grande problema tornam-se um aliado para a diversão no modo Eliminator, na qual o objetivo é eliminar um determinado valor de inimigos mais rápido que os outros. É diversão de melhor qualidade.

Por mais que seus (muitos) problemas sejam irritantes, Wipeout Pulse brilha, e se afasta de F-Zero em muitas coisas, mas principalmente em uma: aproveita equilibramente do melhor e do pior de cada aspecto. Não é o melhor jogo de corrida de todos os tempos, nem o pior. Fica no meio termo, por conta da falta de um "carisma" maior. Mas se o assunto é diversão, ele se encontra quase no topo. E não sairá de lá muito cedo.

Plataforma: PSP/PS2 (versão port)
Gênero: Corrida
Produtora: Sony Studio Liverpool
Distribuidora: Sony Computer Entertainment
Lançamento: 14/12/07

Apresentação: 8,0 - Gráficos muito bons, com cenários visualmente lindos. Mas sofre de péssimas decisões de design das pistas, e principalmente dos carros. Alguns bugs bizarros surgem, não raramente, mas também não frequentemente. A trilha sonora exerce bem o seu papel, não se tornando cansativa ou irritante, assim como os efeitos sonoros.
Jogabilidade: 6,0 - Controlar o carro é bom e fácil, mas todos os elementos que giram em torno da jogabilidade tornam a experiência sofrível. O uso dos power-ups falha (triunfa apenas no modo Eliminator), as laterais da pista entrarão em seus piores pesadelos, e a perfeição com a qual os outros competidores conduzem irritam qualquer um.
História: X,X - Corridas futuristas. Esperava o quê? Que eu desse alguma nota?
Diversão: 9,0 - Estranhamente divertido. todos os seus modos não enjoam, o modo Carreira é completíssimo, e jogar no multiplayer estende muito a vida útil do jogo. É viciante.

NOTA FINAL
8,0

Review - Braid (2)


Você sabe que um jogo é bom quando todos os redatores querem fazer review sobre ele, e Braid jamais poderia ser considerado uma exceção. Braid lhe apresenta com graça e leveza um sistema completamente inovador de gameplay misturado à sensação clássica e nostálgica de um platformer 2D, que pode levar você a pensar que limita suas ações a ir para a frente ou para trás, mas o jogo resolve isso com o sistema que mencionei. Você pode voltar no tempo.

E você nem precisa disso.

O rewind é apresentado pelo Braid como uma forma que Tim, o personagem principal, criou para tentar corrigir os seus erros e criar um mundo próprio seu para, assim, poder salvar a sua Princesa do monstro que a raptou, mas, com o tempo, a história revela ser mais do que um simples Super Mario Bros.

Isso não impede as comparações.

Além do rewind, cada Mundo apresenta novos elementos, cada um mostra a Tim que nem todo erro pode ser consertado ao voltar no tempo, como os elementos que não sofrem alteração com a viagem temporal ou uma sombra que refaz o erro de Tim ou uma fase que mostra que cada passo dele é um passo no tempo. O único mundo que não segue a regra é o "último", onde Tim recebe um anel que "no mundo real traria a felicidade", mas que torna tudo ao redor dele mais devagar.

A história eu não posso contar e nem saberia qual contar, já que a história não é um corredor com quadros nas paredes, onde só se pode ter uma perspectiva e ver cada quadro de uma vez. A história de Braid é um campo aberto e vasto, com livros espalhados por todo o lado e em nenhum deles há uma numeração lhe indicando a ordem de leitura. Para uns, Braid é a história de um monstro, para outros a história de um amor impossível, e para alguns, a história de uma bomba.

E, talvez, tudo junto.

Em Braid, você não pode ver o tempo como ele é, mas como ele seria para completar os puzzles, e assim conseguir pegar os pedaços de quebra-cabeças que no final formam um quadro que pode ou não fazer parte da história, dependendo de seu ponto de vista. Cada fase foi feita de forma que cada puzzle tenha sua recompensa única, e que seja possível passar sem fazer o puzzle, para chegar ao "final" do jogo. E depois de "finalizar" o jogo, ainda há a opção de pegar as estrelas escondidas, para que finalmente você consiga fazer o que Tim procura.

FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUU-

Concluindo, posso dizer que Braid é sem dúvida um jogo que leva você a pensar, mas não só para pegar as malditas peça de quebra-cabeça, mas também para tentar fazer toda a história fazer sentido e encaixar em uma teoria. Ah, e até os desenhos do jogo trazem um sentido especial a tudo, já pensou em dar uma olhada no que as bandeiras realmente significam?

Plataforma: XBox 360/PC e em breve PS3.
Gênero: Puzzle/Plataforma
Produtora: Number None
Lançamento: 08/06/08

Apresentação: 10,0 - Maravilhosa. O jogo pode parecer simples e com gráficos estranhos, mas com o tempo o negócio vai ficando tão fluido que você passa com proeza em tudo.
Jogabilidade: 10,0 - No começo o estilo dá a impressão de um jogo simples demais para um gamer, mas quanto mais você vai jogando, mais complexo tudo fica. laineg é dniwer ed ametsis o E.
História: 10,0 - Sim, ela é espantosamente incrível, a primeira fase do mundo 1 é a melhor fase de todas quando você entende o verdadeiro sentido por trás do que acontece no Mundo 1. E eu até agora fico me pensando se o que eu acho da história está correto.

NOTA FINAL
10.0

Alguns vão dizer "nota exagerada", mas joguem e entederão o que eu vos digo. Não pûs nenhuma imagem do jogo, no review já que tem no post do Sereja, mas aproveitem esse vídeo da música Counting you up da banda Ex-Box Boys, que foi baseada em Braid, sendo jogada no osu!.


Review - Braid


Antes de começar o review, gostaria de me apresentar. Sou uma sereja (com s, cim) dos campos africanos de sereja. Como a África não existe de acordo com os EUA, é natural que você não tenha conhecimento sobre as serejas. Enfim, vou fazer principalmente reviews aqui, não esperem posts com notícias minhas.

Braid é um jogo que talvez seja pouco conhecido pelo público brasileiro, infelizmente. Infelizmente, pois esse é um dos jogos de aventura e pluzzle mais geniais que já joguei. É quase assustador a genialidade do jogo, que vai da história a jogabilidade. Este review será curto devido a natureza curta do jogo, mas tentarei ser claro quanto ao motivo da nota tão alta que darei ao jogo (antecipando).

Começo pela jogabilidade. Braid é divido em 6 mundos, e em cada um deles há vários estágios. Estranhamente você começa no mundo 2, e progride até chegar ao épico mundo 1. Tudo se dá na casa de Tim, o protagonista. Toda essa conversa sobre mundos pode ter te lembrado de um certo jogo com um certo encanador gordo e bigodudo. Quem adivinhou quem é não ganha balinha. Continuando, dentro dos estágios você pode se movimentar da esquerda para a direita como em qualquer plataformer 2D. Você também pode pular e esmagar inimigos. É, mais imagens do encanador gordo e bigodudo se formaram, mas ai vem o grande diferencial: O sistema de rewind. Basicamente, você pode voltar no tempo sem nenhuma restrição. Isso normalmente deixaria o jogo ridículo, mas o ponto do jogo não é avançar, e sim recolher pedaços de quebra-cabeças, que devem ser montados para que possa prosseguir. Para pegar as peças, deve-se resolver pluzzles insanamente bem-feitos, especialmente os últimos. Se você não for um bom pensador, vai ficar neles por um bom tempo, que seria o tempo de você resolver abrir a Game Faqs.

Bem, 6 mundos com apenas esse sistema de rewind seria muito repetitivo, por isso, cada mundo tem um sistema "extra". Exemplificando: em um dos mundos, quando você anda para a direita, o tempo corre normalmente, você para, ele para, você anda para a esquerda, ele volta. É puramente genial e cria oportunidades para pluzzles mais difíceis. Há também vários obstacolos nas fases, como blocos que só podem ser atravessados com ajuda de chaves, canhões, etc.


O motivo da imagem acima é para, além de demonstrar alguns elementos dos cenários, mostrar a apresentação do jogo. Ela se dá com um estilo mais cartunesco, geralmente alegre, mas que se degrada com o tempo. A música do jogo também se mistura com o ambiente perfeitamente. Fora a isso não há nada extraordinário, vocês que têm um 360 e são n00bs podem reclamar dos gráficos não serem como os de CoD4 ou de GoW2, mas o fato é que ele é muito bem feito e se encaixa na propósta do jogo.

Vamos então ao que eu considero o melhor ponto do jogo (Embora eu deva admitir que a jogabilidade seja praticamente perfeita): a história. Esse jogo foi feito de forma tão genial nesse quesito, que pode suportar dois tipos de jogador: o que quer é uma desculpa pra ter que continuar procurando uma princesa que está em outra castelo sempre (quem sacas da histórias vai ficar feliz com o itálico), e assim continuar a resolver pluzzles gradativamente mais geniais, e os que querem compreender toda esse abstratismo do jogo, que serve para contar a história de uma bomba. Quem adivinhar qual não ganha balinha. Se você for o segundo, terá de concordar comigo quando digo que a história de Braid é uma das mais bem elaboradas e interessantes que existem. Não vou spoilar, mas se você souber inglês, leia o Plot Analysis da Game Faqs, e se quiser uma dica, repare nas falas da princesa quando vistas ao contrário no final do jogo. Isso vai lhe revelar como a história é genial.


Como comentários finais, gostaria de ressaltar algumas coisas. Primeiro, o jogo tem fator replay praticamente nulo. Há sim o que fazer depois que se acaba com o primeiro mundo, mas é muito pouco, infelizmente. O segundo é o que o jogo é de fácil acesso, portanto, pegue-o o mais rápido possível. Se você é um de jogos como Super Mario Bros e jogos de pluzzle, vai se deleitar.

Plataforma: Xbox 360/PC (em breve, para PS3)
Gênero: Puzzle/Plataformer
Produtora:
Number None
Lançamento:
06/08/08


Apresentação: 9.0 - Muito bem feita, combina com o estilo e a proposta do jogo.
Jogabilidade: 10.0 - Perfeita. Alguns podem reclamar do baixo número de inimigos (2) mas eles são usados de forma genial com cada mudança nos mundos, o que não me incomodou. Foi mais o contrário.
História: 9.5 - Por mais que eu quera dar 10... de qualquer forma, ela é muito bem feita, e a filosofia do jogo é interessante. Faltam histórias contadas assim.

NOTA FINAL
9,5

Preview - Professor Layton and the Diabolical Box


Preparado para lançamento em 24 de agosto nos Estados Unidos e em 25 de setembro na Europa (Dica: Não more na Europa se gosta de jogos saindo do forno) a parte número 2 da trilogia de Professor Layton promete trazer vários puzzles novos misturados a uma história cativante, e como seu antecessor, uma história de mistério e assassinato.

Dessa vez, o cavalheiríssimo professor se vê em um trem onde, junto com seu fiel patotinha Luke, pretende ir a casa de seu mentor, Dr. Schrader, que o chamou devido a descoberta da Caixa de Elysian. Como a caixa é conhecida por matar aquele que a abre, a carta é para que Layton o ajude nesse grande quebra-cabeça da chave. Chegando lá, você encontra com o Dr. Schadrer caído no chão e morto, junto de um ticket do trem Expresso Molentary. E é a bordo desse trem que a aventura realmente começa.

Sheldon Cooper estava certo, trens são demais.

Para quem jogou o primeiro jogo, vai ser bem simples entender como se movimentar e como usar dos Puzzles, que podem ser jogados na casa da vovó bruxa se você esqueceu de fazê-lo antes. A mecânica de encontrar puzzles também é a mesma, Layton e Luke acham algo novo e isso os faz lembrar de um puzzle que já escutaram uma vez.

Coincidência, um puzzle sobre trens.

A novidade da vez é a presença de minigames no jogo, que servem para você dar aquela descansada legal no cérebro depois de resolver vários puzzles pensando fora da caixa. Vários desses minigames ganham adendos ao se encontrar novos itens espalhados pelo jogo.

Um deles é a emocionante história de um hamster obeso e maníaco-depressivo.

Como conclusão, posso dizer que pelo que li na Gamespot, o jogo irá continuar no mesmo charme do original, ma misturado a um clima de suspense e mistério. O jogo vai ser o mesmo, mas diferente (Por favor, que tenham mantido a música tema do Professor Layton). Mal espero chegar para completar os mais de 150 puzzles e quem sabe ganhar o código para o especial do Curious Village.

Só um mestre em quebra-cabeças pode ter uma maleta dentro de outra.

Plataforma: Nintendo DS
Gênero: Aventura/Puzzle
Produtora: Level 5
Distribuidora: Nintendo
Lançamento: 24/08/09 (U), 25/08/09 (E)

The Conduit vende mal

Ok, juro que essa é a última vez que eu falo de The Conduit. Lembra da notícia anterior, quando comentei que o game vendeu bem de acordo com a SEGA, e que uma continuação era quase certa? Esqueça tudo. A SEGA estava "brincando" com nós. Hoje, ela revelou: enviaram às lojas 150.000 unidades do jogo (sendo que, há uma semana, essa supostamente era a quantidade de unidades vendidas em apenas uma semana), e só 72.000 cópias foram vendidas. Menos que a metade.

Além de ser ruim, acabar de vez com uma continuação, e quem sabe, fazer a High Voltage desistir de seus outros títulos exclusivos para o Wii, isso levanta uma questão: o que adianta o público hardcore reclamar de games "à altura" deles, se mais da metade não compra original? E outro problema: muitos hardcore que têm um Wii também possuem um PS3, um PC turbinado ou um Xbox 360. Ou seja: entre games hardcore, qual você prefere, um do Wii, ou um do PS3/PC/Xbox 360? É bom a Nintendo preparar um Wii HD o quanto antes, ou senão, sua fiel base consumidora desaparecerá, e para ela, sobrará apenas um grupo de casuais. Isso se eles não migrarem para o Project Natal da Microsoft. Então, Nintendo, abra o olho.

E sim, essa é a última vez que eu falo de The Conduit.

Ou não.

Illusion Strikes Back



Algumas pessoas devem saber, mas a Illusion foi a criadora de RapeLay, jogo que ficou conhecido no mundo ocidental por seu tema polêmico, o estupro de mulheres. RapeLay abordava o assunto de modo que seu personagem saía a procura de garotas inocentes e as estuprava, sendo que se ela fosse mãe, você tinha a opção de sodomizá-la com suas filhas (Trocando assim, uma de 30 por duas de 15) e pontos extras se elas abortarem o símbolo de carne, osso e blastômeros de seus atos. Obviamente muitas pessoas não gostaram quando o produto cruzou a fronteira da terra do Moonspeak e chegou ao mundo ocidental, especialmente as feminazistas, que de quebra ainda tentaram banir todo o pornô da face da terra (pobres seres de fraca mentalidade, eu sei).

Mesmo com todo o histórico de batalhas judiciais no resto do mundo, a Illusion, sendo a empresa japonesa que é, não desistiu do rebento e deu outro filho antes que abortassem ele, e o nome é Yuusha Kara wa Nigerarenai (You Can't Escape From The Hero).


Yuusha Kara Wa Nigerarenai

O novo jogo pretende mudar comparação ao estilo de RapeLay, e agora, ao invés de caçar suas parceiras de alívio sexual, você é caçado pelas mulheres, que querem absorver toda sua essência fundamental (eufemismo do caramba) através de cada orifício que elas tiverem no corpo. Esse processo, digamos assim, no Japão é conhecido como gyaku-rape, ou estupro reverso.

Ao que tudo aparenta, a Illusion quer usar isso para provar que as feminazistas não dão a mínima para homens sendo estuprados, o que aparenta ser verdade, visto que não houve resposta desde o anúncio.

O jogo por si só é horrível, as batalhas tem sistemas mal-feitos, mas o sistema de recompensa é interessante, perca e será estuprado, ganhe e receba sexo. Talvez leis estranhas japonesas tenham proibido a violência em jogos de sexo gratuito, mas será isso a razão para um sistema tão ridículo?

P.S.: Se quiserem fotos da "gameplay" do jogo, googleiem, seus tarados.