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Tem um console? Pague um seguro de vida.

Pessoas morrem em todo mundo e isso é óbvio, morrem de morte morrida, morrem de morte matada, morrem com muitos remédios, morrem com poucos remédios, morrem de fome, morrem de sede, morrem acidentalmente, morrem de tiroteios e de guerras, algumas morrem até em situações constrangedoras. Mas um estranho tipo de morte está aumentando recentemente, mortes envolvendo nossos grandes amigos, video-games.

Comecemos pelo Wii, que em Março, matou um homem que estava jogando Wii Fit, ele estava fazendo uma sessão de corrida, onde ele corria parado no mesmo canto, até que de repente caiu no chão e morreu. A autópsia diz que ele sofreu de Morte Súbita, mal que tem afetado vários adultos ultimamente, mas quem pode provar que não foi o Wii quem cometeu o crime?

O bom do Wii é que você pode escolher se quer ser enforcado, atirado ou empalado.

Passando para o 360, um homem matou um bebê após passar por uma maratona de jogatina.O homem tinha que cuidar das crianças após o jogo e caiu na cama com elas. Ao acordar no outro dia, descobriu que tinha esmagado uma das suas filhas. Se lerem assim, é óbvio que a culpa não é do console, mas é óbvio que um console do tamanho do XBox é o verdadeiro assassino.

Esse gatinho mal sabe o perigo.

Agora o assassinato do PC é o mais misterioso. Um menino de 15 anos havia voltado depois do jantar a um net café na China, às 2 da manhã, o dono notou que o menino estava tombado sobre o teclado. Ao mandar o menino ao hospital, foi constatada sua morte. Não se sabe o que matou ele, mas melhor tomar cuidado ao jogar de noite. Seu computador pode começar a se mexer.

Última coisa que verá na sua vida.

Donos de PS3, tomem muito cuidado, ainda não houveram vítimas até agora, mas a primeira pode ser você.

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Acho desnecessário dizer, mas é óbvio que isso aqui não passa de uma piada com os consoles. Não precisa ter medo de aparelhos tão adoráveis. Exceto com o Wii, aquele controle é perigoso.

"Vamos jogar Wii Tenis!"

Bioshock 2 no dia 9 de fevereiro de 2010

Antes, um lançamento de 2009, os produtores foram mudando a data, mudando, mudando, até chegarem em 2010. E hoje, tivemos a data oficial de lançamento: 9 de fevereiro de 2010. Bioshock 2 ainda está longe, muito longe, mas quem aguentou esperar até agora, conseguirá esperar mais uns cinco meses, mais ou menos.

Mas o grande problema é que as expectativas estão abaixando. O primeiro foi, sem sombra de dúvidas, uma das maiores surpresas de 2007. Todos esperam que a continuação seja ainda melhor. Notícias de que o modo multiplayer terá até uma história diferente mostram o cuidado que os produtores estão tendo com o game. Porém... O jogo ficou muito sumido na E3. Poucos vídeos são exibidos. Poucas imagens. É como se Bioshock 2 tivesse sido banido da face da Terra. É uma pena, mas, quem sabe, o marketing comece a aumentar no começo do ano que vem. Ou pelo menos, após o mega lançamento do ano, Call of Duty: Modern Warfare 2 (uma das principais razões para que Bioshock 2 seja lançado em 2010).

Guitar Hero: Van Halen de graça? Que nada, agora é Wolfenstein!

Guitar Hero: Van Halen. Quantas pessoas iriam comprar esse jogo, se não fosse pela imperdível promoção noticiada aqui anteontem? Enquanto nos perguntávamos, um ser, chamado Manveer Heir, pensou, pensou, e chegou à seguinte conclusão: o seu mais recente trabalho da Raven Software, Wolfenstein, também não venderia nada. Como fazê-lo vender? Simples: tornando-o gratuito. Ou quase isso.

No Twitter, esse Manveer Heir, um dos designers da Raven Software, prometeu no Twitter que se o seu título vendesse no mês de agosto mais que o Madden, reembolsaria o dinheiro daqueles que compraram uma cópia de Wolfenstein. Além disso, essa "promoção" está valendo mundialmente, seja nos Estados Unidos, no Brasil, na Jamaica, na China, no Japão ou na Finlândia. Ele usará os dados na NDP, que registram as vendas na América do Norte, mas mesmo assim, até nós, brasileiros, teremos o prazer de pagar e ser totalmente reembolsado.

Porém, utilizarei a mesma palavra usada no post da promoção do Guitar Hero: Van Halen: isso não foi feito por "amor", e sim, por inteligência. Além das vendas do game (desconhecido pela maioria, e pela minoria, desinteressante) aumentarem muito, a Raven Software não sairá no prejuízo, pelo simples fato que Wolfenstein nunca, NUNCA, ultrapassará as vendas de Madden. É como desejar que Okami, um dia, venda mais que Wii Fit, por exemlpo. Se os dados valessem mundialmente, quem sabe, Wolfenstein até "venceria". Mas estamos falando de um dado que registra apenas a América do Norte, o país do futebol americano. Em outra comparação babaca, é como desejar que Madden venda mais que FIFA aqui no Brasil. Portanto, pense sempre nisso: as pessoas nunca fazem nada de graça. O ato parece bacana e legal, mas foi bem pensado. Não passa de marketing. E um marketing dos mais inteligentes, diga-se de passagem.

Review - Braid (2)


Você sabe que um jogo é bom quando todos os redatores querem fazer review sobre ele, e Braid jamais poderia ser considerado uma exceção. Braid lhe apresenta com graça e leveza um sistema completamente inovador de gameplay misturado à sensação clássica e nostálgica de um platformer 2D, que pode levar você a pensar que limita suas ações a ir para a frente ou para trás, mas o jogo resolve isso com o sistema que mencionei. Você pode voltar no tempo.

E você nem precisa disso.

O rewind é apresentado pelo Braid como uma forma que Tim, o personagem principal, criou para tentar corrigir os seus erros e criar um mundo próprio seu para, assim, poder salvar a sua Princesa do monstro que a raptou, mas, com o tempo, a história revela ser mais do que um simples Super Mario Bros.

Isso não impede as comparações.

Além do rewind, cada Mundo apresenta novos elementos, cada um mostra a Tim que nem todo erro pode ser consertado ao voltar no tempo, como os elementos que não sofrem alteração com a viagem temporal ou uma sombra que refaz o erro de Tim ou uma fase que mostra que cada passo dele é um passo no tempo. O único mundo que não segue a regra é o "último", onde Tim recebe um anel que "no mundo real traria a felicidade", mas que torna tudo ao redor dele mais devagar.

A história eu não posso contar e nem saberia qual contar, já que a história não é um corredor com quadros nas paredes, onde só se pode ter uma perspectiva e ver cada quadro de uma vez. A história de Braid é um campo aberto e vasto, com livros espalhados por todo o lado e em nenhum deles há uma numeração lhe indicando a ordem de leitura. Para uns, Braid é a história de um monstro, para outros a história de um amor impossível, e para alguns, a história de uma bomba.

E, talvez, tudo junto.

Em Braid, você não pode ver o tempo como ele é, mas como ele seria para completar os puzzles, e assim conseguir pegar os pedaços de quebra-cabeças que no final formam um quadro que pode ou não fazer parte da história, dependendo de seu ponto de vista. Cada fase foi feita de forma que cada puzzle tenha sua recompensa única, e que seja possível passar sem fazer o puzzle, para chegar ao "final" do jogo. E depois de "finalizar" o jogo, ainda há a opção de pegar as estrelas escondidas, para que finalmente você consiga fazer o que Tim procura.

FFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFUUUUUUUUUUUUUUUUUUU-

Concluindo, posso dizer que Braid é sem dúvida um jogo que leva você a pensar, mas não só para pegar as malditas peça de quebra-cabeça, mas também para tentar fazer toda a história fazer sentido e encaixar em uma teoria. Ah, e até os desenhos do jogo trazem um sentido especial a tudo, já pensou em dar uma olhada no que as bandeiras realmente significam?

Plataforma: XBox 360/PC e em breve PS3.
Gênero: Puzzle/Plataforma
Produtora: Number None
Lançamento: 08/06/08

Apresentação: 10,0 - Maravilhosa. O jogo pode parecer simples e com gráficos estranhos, mas com o tempo o negócio vai ficando tão fluido que você passa com proeza em tudo.
Jogabilidade: 10,0 - No começo o estilo dá a impressão de um jogo simples demais para um gamer, mas quanto mais você vai jogando, mais complexo tudo fica. laineg é dniwer ed ametsis o E.
História: 10,0 - Sim, ela é espantosamente incrível, a primeira fase do mundo 1 é a melhor fase de todas quando você entende o verdadeiro sentido por trás do que acontece no Mundo 1. E eu até agora fico me pensando se o que eu acho da história está correto.

NOTA FINAL
10.0

Alguns vão dizer "nota exagerada", mas joguem e entederão o que eu vos digo. Não pûs nenhuma imagem do jogo, no review já que tem no post do Sereja, mas aproveitem esse vídeo da música Counting you up da banda Ex-Box Boys, que foi baseada em Braid, sendo jogada no osu!.


Review - Braid


Antes de começar o review, gostaria de me apresentar. Sou uma sereja (com s, cim) dos campos africanos de sereja. Como a África não existe de acordo com os EUA, é natural que você não tenha conhecimento sobre as serejas. Enfim, vou fazer principalmente reviews aqui, não esperem posts com notícias minhas.

Braid é um jogo que talvez seja pouco conhecido pelo público brasileiro, infelizmente. Infelizmente, pois esse é um dos jogos de aventura e pluzzle mais geniais que já joguei. É quase assustador a genialidade do jogo, que vai da história a jogabilidade. Este review será curto devido a natureza curta do jogo, mas tentarei ser claro quanto ao motivo da nota tão alta que darei ao jogo (antecipando).

Começo pela jogabilidade. Braid é divido em 6 mundos, e em cada um deles há vários estágios. Estranhamente você começa no mundo 2, e progride até chegar ao épico mundo 1. Tudo se dá na casa de Tim, o protagonista. Toda essa conversa sobre mundos pode ter te lembrado de um certo jogo com um certo encanador gordo e bigodudo. Quem adivinhou quem é não ganha balinha. Continuando, dentro dos estágios você pode se movimentar da esquerda para a direita como em qualquer plataformer 2D. Você também pode pular e esmagar inimigos. É, mais imagens do encanador gordo e bigodudo se formaram, mas ai vem o grande diferencial: O sistema de rewind. Basicamente, você pode voltar no tempo sem nenhuma restrição. Isso normalmente deixaria o jogo ridículo, mas o ponto do jogo não é avançar, e sim recolher pedaços de quebra-cabeças, que devem ser montados para que possa prosseguir. Para pegar as peças, deve-se resolver pluzzles insanamente bem-feitos, especialmente os últimos. Se você não for um bom pensador, vai ficar neles por um bom tempo, que seria o tempo de você resolver abrir a Game Faqs.

Bem, 6 mundos com apenas esse sistema de rewind seria muito repetitivo, por isso, cada mundo tem um sistema "extra". Exemplificando: em um dos mundos, quando você anda para a direita, o tempo corre normalmente, você para, ele para, você anda para a esquerda, ele volta. É puramente genial e cria oportunidades para pluzzles mais difíceis. Há também vários obstacolos nas fases, como blocos que só podem ser atravessados com ajuda de chaves, canhões, etc.


O motivo da imagem acima é para, além de demonstrar alguns elementos dos cenários, mostrar a apresentação do jogo. Ela se dá com um estilo mais cartunesco, geralmente alegre, mas que se degrada com o tempo. A música do jogo também se mistura com o ambiente perfeitamente. Fora a isso não há nada extraordinário, vocês que têm um 360 e são n00bs podem reclamar dos gráficos não serem como os de CoD4 ou de GoW2, mas o fato é que ele é muito bem feito e se encaixa na propósta do jogo.

Vamos então ao que eu considero o melhor ponto do jogo (Embora eu deva admitir que a jogabilidade seja praticamente perfeita): a história. Esse jogo foi feito de forma tão genial nesse quesito, que pode suportar dois tipos de jogador: o que quer é uma desculpa pra ter que continuar procurando uma princesa que está em outra castelo sempre (quem sacas da histórias vai ficar feliz com o itálico), e assim continuar a resolver pluzzles gradativamente mais geniais, e os que querem compreender toda esse abstratismo do jogo, que serve para contar a história de uma bomba. Quem adivinhar qual não ganha balinha. Se você for o segundo, terá de concordar comigo quando digo que a história de Braid é uma das mais bem elaboradas e interessantes que existem. Não vou spoilar, mas se você souber inglês, leia o Plot Analysis da Game Faqs, e se quiser uma dica, repare nas falas da princesa quando vistas ao contrário no final do jogo. Isso vai lhe revelar como a história é genial.


Como comentários finais, gostaria de ressaltar algumas coisas. Primeiro, o jogo tem fator replay praticamente nulo. Há sim o que fazer depois que se acaba com o primeiro mundo, mas é muito pouco, infelizmente. O segundo é o que o jogo é de fácil acesso, portanto, pegue-o o mais rápido possível. Se você é um de jogos como Super Mario Bros e jogos de pluzzle, vai se deleitar.

Plataforma: Xbox 360/PC (em breve, para PS3)
Gênero: Puzzle/Plataformer
Produtora:
Number None
Lançamento:
06/08/08


Apresentação: 9.0 - Muito bem feita, combina com o estilo e a proposta do jogo.
Jogabilidade: 10.0 - Perfeita. Alguns podem reclamar do baixo número de inimigos (2) mas eles são usados de forma genial com cada mudança nos mundos, o que não me incomodou. Foi mais o contrário.
História: 9.5 - Por mais que eu quera dar 10... de qualquer forma, ela é muito bem feita, e a filosofia do jogo é interessante. Faltam histórias contadas assim.

NOTA FINAL
9,5

Illusion Strikes Back



Algumas pessoas devem saber, mas a Illusion foi a criadora de RapeLay, jogo que ficou conhecido no mundo ocidental por seu tema polêmico, o estupro de mulheres. RapeLay abordava o assunto de modo que seu personagem saía a procura de garotas inocentes e as estuprava, sendo que se ela fosse mãe, você tinha a opção de sodomizá-la com suas filhas (Trocando assim, uma de 30 por duas de 15) e pontos extras se elas abortarem o símbolo de carne, osso e blastômeros de seus atos. Obviamente muitas pessoas não gostaram quando o produto cruzou a fronteira da terra do Moonspeak e chegou ao mundo ocidental, especialmente as feminazistas, que de quebra ainda tentaram banir todo o pornô da face da terra (pobres seres de fraca mentalidade, eu sei).

Mesmo com todo o histórico de batalhas judiciais no resto do mundo, a Illusion, sendo a empresa japonesa que é, não desistiu do rebento e deu outro filho antes que abortassem ele, e o nome é Yuusha Kara wa Nigerarenai (You Can't Escape From The Hero).


Yuusha Kara Wa Nigerarenai

O novo jogo pretende mudar comparação ao estilo de RapeLay, e agora, ao invés de caçar suas parceiras de alívio sexual, você é caçado pelas mulheres, que querem absorver toda sua essência fundamental (eufemismo do caramba) através de cada orifício que elas tiverem no corpo. Esse processo, digamos assim, no Japão é conhecido como gyaku-rape, ou estupro reverso.

Ao que tudo aparenta, a Illusion quer usar isso para provar que as feminazistas não dão a mínima para homens sendo estuprados, o que aparenta ser verdade, visto que não houve resposta desde o anúncio.

O jogo por si só é horrível, as batalhas tem sistemas mal-feitos, mas o sistema de recompensa é interessante, perca e será estuprado, ganhe e receba sexo. Talvez leis estranhas japonesas tenham proibido a violência em jogos de sexo gratuito, mas será isso a razão para um sistema tão ridículo?

P.S.: Se quiserem fotos da "gameplay" do jogo, googleiem, seus tarados.