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DS vende 300% mais que PSP e o 360 atola.

No último relatório de vendas de consoles no Japão, alguns dados interessantes, mostrando umas vendas generosas para Nintendo e uma vergonha completa para a Sony com o lançamento do PSP Go e para a Microsoft, cujo XBOX 360 sofreu um Red Ring of Death de vendas para uma época tão boa como novembro.

DSi - 37,500
DSi LL - 68,300
DSL - 7,100
Wii - 46,400
PS3 - 45,300
PSP - 36,300
PSP Go - 3,700
X360 - 4,100
PS2 - 2,000
Japoneses jogando 360.

Somando-se as vendas para o DS e as vendas para o PSP, não era muito estranho uma diferença tão grande de vendas, dado a frieza com que os japoneses reagiram com o PSP Go (Que, por sinal, é feio pra caramba) e a felicidade com que eles receberam o DSi LL, o "monstro", como diria nosso companheiro Bruno.

PSP vs. O Verdadeiro Monstro.

A disputa PS3 x Wii está acirrada, mas com certeza vai sofrer uma mudança drástica com o lançamento de Uncharted e Final Fantasy XIII. A Nintendo está mandando ver nos portáteis, mas precisa de uma boa melhorada nos consoles caseiros.

P.S: Essa é a postagem com o maior número de marcadores, bate essa!

Trailers e mais trailers de PS3 e PSP

Continuando a loucura que a TGS está provocando, confira agora trailers de diversos jogos para PS3 e PSP. E evidentemente, esperem para daqui a pouco informações e trailers de games para Wii e DS.


Lost Planet 2 (PS3)



Resonance of Fate (PS3)



Final Fantasy XIV (PS3)



Nier Replicant (PS3)



Metal Gear Solid Peace Walker (PSP)



Yakuza 4 (PS3)



Bayonetta (PS3)



Sony na TGS

A conferência da Sony na Tokyo Game Show desse ano aconteceu agora a pouco, e não foi grandes coisas, como era de se esperar (afinal, as grandes surpresas foram reveladas na excelente E3 2009. E depois do anúncio do Slim mês passado, era difícil surgir algo maior). Porém, boas coisas ainda estavam reservadas.


Um dos principais, certamente, é a data de lançamento de Gran Turismo 5: março de 2010. Longe. Muito longe. Até os mais pessimistas não esperavam por essa. Para os que acham que isso é desnecessário, bem, saibam que o jogo só está 65% concluído.

Outra surpresa: uma nova versão de Resident Evil 5, chamada de Resident Evil 5: Director's Cut, que será lançado na primavera japonesa de 2010. Além de novos capítulos dedicados ao Chris e a Jill (algo que faltou na versão original), a maior novidade será a possibilidade de usar o Motion Controller (aquele que poucas pessoas estão empolgadas, e que provavelmente não fará tanto sucesso). Ainda sobre o Motion Controller, foram anunciados muitos jogos que o usarão. Porém, nenhum título é tão expressivo quanto, claro, Resident Evil 5: Director's Cut.

Outro anúncio: Room, para PSP. O que ele é? Um Playstation Home portátil. Legal, né? Os avatares serão mais cartunizados, e uma versão jogável estará presente no TGS.

Só. Há outras coisas, como novos bundles de PS3, mas de importante, é só isso. Não foi uma grande conferência. Os que esperavam pelo Resident Evil Portable ou, quem sabe, um novo Street Fighter (lembrem-se, nessa semana, haverá um novo anúncio relacionado a série), se decepcionarão. Mas pelo menos, o anúncio do novo Resident Evil 5 já deixou muitas pessoas felizes.

Ah, e já que estamos falando de Sony, três boas informações: God of War Collection trará sim um demo de God of War III (o mesmo apresentado na E3), e Final Fantasy XIII já está 90% pronto. Outros dados: Heavy Rain está 50% pronto (MEU DEUS!), God of War III, 60%, Yakuza 4, 65%, Final Fantasy XIV, 50%. Agora, a melhor das informações: o Playstation 3 Slim já vendeu incríveis 1 milhão de unidades em todo o mundo em apenas 2 semanas!

Para finalizar, fiquem com um novo trailer do aguardado The Last Guardian:

Primeiras imagens de GTA: Chinatown Wars para PSP

GTA: Chinatown Wars para PSP será lançado no dia 20 de Outubro, e só hoje as primeiras imagens foram reveladas, como você pode ver nesse site. É possível notar claramente que isso é um port da versão do DS, e dos mais "safados". Enquanto a do portátil da Nintendo trazia um excelente uso da tela de toque, do microfone e das duas telas, o PSP, aparentemente ficará apenas com gráficos melhores (e que aliás, nem são tão melhores assim, sendo apenas os efeitos de luzes os mais perceptíveis), e isso mostra o quanto a Rockstar anda meio "pensando só no dinheiro" atualmente.

Com a possível ausência do absurdamente útil GPS, e sem algumas divertidas interações com uma tela de toque, este Chinatown Wars será mais "tradicional". Porém, se fosse para levar tradicional a sério, a Rockstar se preocuparia em transformar o game em um verdadeiro épico para o portátil da Sony. O estilo gráfico utilizado, quase beirando o desenho, funcionou no DS. Mas será que funcionará no PSP? Talvez, algum vídeo responderá essa pergunta. Mas que todos estão decepcionados com a Rockstar (esperava-se por uma versão com gráficos tridimensionais, ou pelo menos, um estilo gráfico ainda mais belíssimo), ah, isso estão.

Metal Gear: Peace Walker durará CENTENAS de horas

A Gamescon deve ano esteve cheia de surpresas, revelações e vídeos de demonstração de jogos muito esperados pelo público. Hideo Kojima estava lá. Bem, mais ou menos (ele escreveu uma carta numa revista do evento). Mas ele não poderia deixar de colocar uma polêmica no ar, ao comentar que Metal Gear: Peace Walker para PSP durará "centenas de horas". Centenas pode ser duzentas horas, trezentas horas, oitocentas horas? Ninguém ainda sabe se é brincadeira, se é verdade. Mas se for verdade, o palpite: é possível que dois terços do jogo sejam só de cut scenes. Gostaria que fosse brincadeira, mas depois de jogar e escutar sobre Metal Gear Solid 4, é algo tão possível quanto... Quanto... Sem comparações no momento, por favor, voltem outra hora.

Outras informações que todos já sabiam: o jogo se passará na Costa Rica, dez anos após os eventos de Metal Gear Solid 3, Snake será o personagem principal, e um dos focos principais é a transformação do personagem, mostrando os motivos dele se rebelar. É uma interessante maneira de explorar o rico universo da série.

Outra informação é que o jogo será muito bonito, e, nas palavras de Kojima, "os resultados farão vocês se perguntarem se é realmente um jogo de PSP". Uau. Pelas imagens, é difícil discordar dele. Não é algo absurdamente sensacional, mas é bonito. E se você duvida do grande poder que esse jogo representará na série, saiba novamente que ele é desenvolvido pelo mesmo time que trabalhou em MGS4. É quase que uma continuação, mas sem o 5 no final.

LittleBigPlanet PSP sem multiplayer

Como você sabe (espero), LittleBigPlanet, um dos jogos mais aclamados ano passado, receberá uma versão para PSP dia 30 de outubro de 2009. Por vídeos e imagens, descobrimos um jogo lindo graficamente, com um modo de criação tão robusto quanto o de seu irmão maior, e que não deverá nada para ele.

Na verdade, vai dever algo sim: o modo multiplayer. Muito falta não vai fazer, visto que o maior atrativo do jogo é o compartilhamento de fases (a principal estrutura do game, e que o fez ficar tão famoso). Os produtores falaram que se o multiplayer existisse, alguma outra coisa seria retirada. Decisão sábia.

Persona 3 no PSP

Depois do PS3 Slim, é hora de outro anúncio, também referente à Sony: o lançamento de Persona 3 Portable (para o PSP, evidentemente). Muito pouco se sabe sobre o game, mas especula-se que a protagonista será mulher (como vocês podem ver na foto abaixo). Só. Se será um port, ou uma continuação, ou versão alternativa, ou qualquer outro nome que você queira colocar, não se sabe. Mas em breve, maiores informações surgirão. E para os céticos: NÃO, ISSO NÃO É UM RUMOR.

Cloud vs. Sephiroth - Vídeo de Dissidia: Final Fantasy

Então, saudades desde meu último post? De qualquer forma, muitos proprietários de PSPs (como eu) estão enlouquecidos por não aguentar mais esperar o épico Dissidia. Antes de mais nada, gostaria de assegurar uma coisa a vocês: eu, tendo jogado a versão japonesa do jogo, posso opinar com segurança que o jogo é tão incrível de se jogar como ele parece neste vídeo. É simplesmente esse nível.


Gostaram? Se sim, apreciem o launch center da Game Spot, há mais vídeos como esses com confrontos incríveis, como Squall (FF VIII) vs. Kefka (FF VI). Lembrando a todos, a versão internacional (inglês) será lançado dia 25/08/2009.

Review - Wipeout Pulse


“A cópia mais original de F-Zero”. E isso é bom

Quando um jogo imita o outro, ele se utiliza de muitos artifícios. Por exemplo, colocar uma função surpreendente que o outro não tem. Esse é o caso de Wipeout Pulse. Velocidade, carros futuristas e que se destroem, turbos e pistas estranhas são praticamente um “copia e cola” de qualquer game da série F-Zero. Mas, como um bom imitador, ele resolveu adicionar algo a mais: armas. Desde tiros, até escudos, até ondas de fogo, e outras as quais não consigo encontrar palavras para descrevê-las. Esse copia e cola com um elemento diferencial funciona. Em partes.

Wipeout não é uma série tão recente, e nem ao menos muito conhecida. Veio do Playstation (o primeiro), e é, de certo modo, da Sony (a desenvolvedora da franquia, Psygnosis, foi adquirida pela Sony em 1999). Não tive a oportunidade de apreciar qualquer outra versão, portanto, esse review será baseado exclusivamente neste que é o segundo da série para o PSP.

Pulse, em alta velocidade, esbarra em muitos obstáculos enfrentados em outros do gênero. Ele freia, mas não impede que bata, tropeçando parcialmente em muitos aspectos. Seguindo por uma trilha diferente com o objetivo de se afastar do resto, ele se perde, por querer ser diferente de F-Zero. Em certos casos, mudanças são legais. Mas não quando tais mudanças são rodeadas por erros tolos, e pela retirada de elementos que danificam todo o jogo. Wipeout Pulse retira e põe, mas como comentado anteriormente, é feliz em certas mudanças.


E o maior de seus erros é o esquisito senso de variedade dos produtores: 24 pistas é um bom indício, mas quando você descobre que são pouquíssimos os elementos (tanto em jogabilidade quanto em visual) que diferem uma da outra, o 24 passa a ser 5. 8 carros? Só pode ser brincadeira. Há skins para cada um deles, mas elas não passam de versões pouco modificadas do original. Não há customização, nem nada. Tudo bem, F-Zero também não, mas quando um jogo de mais de dez anos como F-Zero X apresenta mais de 30 carros, cada um com um respectivo personagem (o que significa carisma), é mais variado que um jogo para PSP como Wipeout Pulse, nota-se uma ligeira decadência. É possível gastar um dinheiro online a mais para obter novas pistas, mas meu dinheiro foi domesticado para se afastar de inutilidades.

Mas num aspecto que aparentava falhar somente, surge outro algo a mais que torna Wipeout Pulse um ótimo game e entretenimento: seus sete modos diferentes - Single Race, Tournament, Head-to-Head, Eliminator, Zone, Time Trial e Best Lap. Com destaque para dois: Eliminator e Zone. O primeiro, comentarei melhor em breve. O segundo e Zone é um excelente e agradável modo de sobrevivência, que testa sua habilidade, reflexo e resistência.

As corridas se desenvolvem como em qualquer outro jogo que se enquadre no gênero “corrida”. Elas trazem turbos, vindos diretamente de F-Zero. Mas trazem uma novidade, os power-ups, ou armas, como preferir. Esses elementos seriam legais, se não fosse pela jogabilidade ruim. Controlar os carros é fácil, e a pouca quantidade de botões ajuda os inexperientes, mas algumas decisões erradas acabam com o que parecia um amistoso encontro entre jogador e controle. O erro começa no design dos cenários: é tudo muito estreito se levarmos em consideração que são oito carros velozes disputando ferozmente a liderança. Os power-ups auxiliam em tornar a experiência confusa e cruel. Alguns até são difíceis de usar, e outros, de uma aparente inutilidade. Mas o pior é a conseqüência de ser atingido por estranhos power-ups: te deixam parado por preciosos segundos, e ainda te jogam nas laterais da pista. E se você for jogado lá, prepare-se para o nervosismo: a impressão que fica é que há um imã naquelas laterais. Se você bater lá, de qualquer jeito, o seu carro se prende. É incrível, surreal, irritante, e ridículo. Laterais eram amadas em Crisis Core: Final Fantasy VII pelos que queriam escapar de batalhas aleatórias. Em Wipeout Pulse, se apresentam como castigo por odiarmos tanto power-ups.


Esses problemas, somados à falta de sensação de velocidade, felizmente são parcialmente encobertos com a existência de um modo Carreira completíssimo (que dura mais de dez horas), um modo multiplayer recheado positivamente pela quantidade de modos, uma diversão inexplicável, ótimos gráficos (o visual dos carros é sofrível, mas já os cenários são lindíssimos, mesmo com seus problemas de design), uma trilha sonora boa e efeitos especiais que, para minha surpresa, não são irritantes. E os power-ups que são um grande problema tornam-se um aliado para a diversão no modo Eliminator, na qual o objetivo é eliminar um determinado valor de inimigos mais rápido que os outros. É diversão de melhor qualidade.

Por mais que seus (muitos) problemas sejam irritantes, Wipeout Pulse brilha, e se afasta de F-Zero em muitas coisas, mas principalmente em uma: aproveita equilibramente do melhor e do pior de cada aspecto. Não é o melhor jogo de corrida de todos os tempos, nem o pior. Fica no meio termo, por conta da falta de um "carisma" maior. Mas se o assunto é diversão, ele se encontra quase no topo. E não sairá de lá muito cedo.

Plataforma: PSP/PS2 (versão port)
Gênero: Corrida
Produtora: Sony Studio Liverpool
Distribuidora: Sony Computer Entertainment
Lançamento: 14/12/07

Apresentação: 8,0 - Gráficos muito bons, com cenários visualmente lindos. Mas sofre de péssimas decisões de design das pistas, e principalmente dos carros. Alguns bugs bizarros surgem, não raramente, mas também não frequentemente. A trilha sonora exerce bem o seu papel, não se tornando cansativa ou irritante, assim como os efeitos sonoros.
Jogabilidade: 6,0 - Controlar o carro é bom e fácil, mas todos os elementos que giram em torno da jogabilidade tornam a experiência sofrível. O uso dos power-ups falha (triunfa apenas no modo Eliminator), as laterais da pista entrarão em seus piores pesadelos, e a perfeição com a qual os outros competidores conduzem irritam qualquer um.
História: X,X - Corridas futuristas. Esperava o quê? Que eu desse alguma nota?
Diversão: 9,0 - Estranhamente divertido. todos os seus modos não enjoam, o modo Carreira é completíssimo, e jogar no multiplayer estende muito a vida útil do jogo. É viciante.

NOTA FINAL
8,0